“Medimos a pressão dele no pódio: 12 por 8. Medimos a nossa, só de assistir: 15 por 10.”
Max Verstappen venceu neste domingo (1) o Grande Prêmio da Cidade do México segurando Lewis Hamilton por menos de um segundo, enquanto Kimi Antonelli, terceiro colocado, se tornava o campeão mais jovem da história da Fórmula 1, aos 20 anos. Para o Instituto Brasileiro de Medição de Pressa (IBMP), que acompanhou a prova pela TV, o resultado confirma uma tese antiga: para o holandês, 71 voltas no limite funcionam só como aquecimento (e ainda sobra fôlego).
O que dizem os números?
Os pesquisadores do instituto estimaram os batimentos do piloto a partir de um método próprio, que combina a expressão no capacete, o tom de voz no rádio e a intuição da coordenadora. O resultado da última volta surpreendeu a equipe:
Pelos cálculos do IBMP, o piloto gastou mais energia no pódio, desviando dos jatos de champanhe, do que nas ultrapassagens da prova. No mesmo período, a frequência média dos pesquisadores no sofá chegou a 148 batimentos por minuto, e um deles precisou deitar no tapete.
E o novo campeão?
O instituto também tentou medir Antonelli, mas desistiu: aos 20 anos, o novo campeão comemorou com tanta energia que os aparelhos da equipe registraram apenas “erro de leitura”. Os pesquisadores prometem uma nova tentativa quando ele parar de pular, o que, pelas estimativas, deve acontecer até o fim do ano.
Já com Verstappen, o único pico de batimentos do fim de semana foi registrado depois da corrida, segundo o IBMP: aconteceu quando ele foi lembrado de que teria de esperar uma semana inteira pela próxima prova, em Interlagos.
